Sete coisas que você precisa saber sobre a soneca
Quanto dormir, quando e em que posição? Vale a pena tirar um cochilo de dez minutos? Quais os benefícios da siesta? Pesquisadores de diferentes universidades americanas responderam a estas e outras perguntas nesta lista. Confira!

Energia De 10 a 20
minutos
Esta é a soneca que estimula a energia e o
sistema de alerta do organismo, segundo especialistas. O tempo curto limita o
sono a estágios mais leves de movimentos oculares não-rápidos (NREM, na sigla
em inglês), tornando exercícios como a corrida mais fáceis depois do despertar.
Inércia 30 minutos
Alguns estudos mostram que este período de
sono pode causar inércia e uma sensação de ressaca que dura cerca de meia hora
depois de acordar, e antes que os benefícios do sono restaurador apareçam.
Memória 60 minutos
Este é o tempo de soneca que melhora a
memória de fatos, rostos e nomes, por incluir o sono profundo. Mas há também
uma espécie de sensação "grogue" ao despertar.
Siesta 3 horas
O período de siesta, das 13h às 16h é o
ideal, mas depende de quando a pessoa acorda e do horário que vai dormir.
Cochilar no fim do dia pode interferir no ritmo do sono noturno, por exemplo.
Qualquer lugar é lugar Onde dormir?
No carro, debaixo da mesa, no sofá... os
especialistas dizem qualquer lugar vale. Para evitar o sono profundo, no
entanto, o melhor é sentar em posição ligeiramente vertical, como que
rescostado.
Exercício e soneca
Estatística
Uma pesquisa americana mostrou que pessoas
que tinham feito atividades físicas vigorosas nas últimas 24 horas eram mais
propícias a uma soneca (37%) que aquelas que não tinham feito nada (30%).
Jovens X velhos
Quem dorme mais?
Cochilos longos têm mais a ver com jovens de
cerca de 20 anos; quando envelhecemos a tendência é que fiquemos satisfeitos
com sonecas curtas. Adultos que não dormem quanto deveriam precisam tirar
sonecas para suprir a privação de sono, exceto pessoas com tendência a insônia
ou apneia. Para estas a soneca só atrapalha.
Fonte: Universidade de Notre Dame, Academia Americana do Sono, Escola de
Medicina de Stanford, Universidade da Califórnia
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