M. LICORES

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LICORES FINOS DE QUALIDADE

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Que vista linda!
Olha o Pessoal na trilha!
Aula de Campo na Mata Fresca, que legal.

Paixão anestesia dor física, mostra estudo

GUILHERME GENESTRETI
DE SÃO PAULO

O amor pode até doer. Mas a paixão é um analgésico poderoso, conclui um estudo feito pela Universidade de Stanford (EUA).

Os pesquisadores recrutaram 15 universitários que estavam vivendo a primeira fase de um relacionamento amoroso (no máximo nove meses) e analisaram a forma como reagiam à dor física.

Os alunos eram estimulados a olhar fotos das pessoas por quem estavam apaixonados, enquanto um aparelho térmico causava dores nas palmas de suas mãos. Eles sentiam menos dor quando as imagens eram exibidas.

Com a ressonância magnética, a pesquisa constatou que nesse momento era ativado o centro de recompensas do cérebro, mesma área em que atuam analgésicos.

O anestesista americano Jarred Younger, um dos autores do estudo, disse que a paixão libera dopamina, neurotransmissor que dá sensação de bem-estar, também estimulado por drogas que controlam a dor.

VÍCIO

"O comportamento de um apaixonado é semelhante ao de um viciado em drogas", afirmou Younger em entrevista por telefone à Folha:

"Ficamos obcecados pela pessoa amada como um viciado fica pela droga: só pensamos naquilo e no prazer. Depois, a paixão diminui assim como o viciado passa a ficar mais tolerante à droga."

O psicoterapeuta João Augusto Figueiró, do Centro de Dor do Hospital das Clínicas, reforça: "Essa euforia causada pela paixão e as drogas inibe a sensação dolorosa."

Segundo Younger, o estudo abre uma perspectiva para novas formas de tratar crises de dor:

"Formas simples de incentivar a afetividade, como um toque de mãos com a pessoa amada, podem ser tão eficazes quanto as medicações de controle da dor. A paixão é realmente um analgésico."

Caminhar regularmente ajuda a evitar demência em idosos, diz estudo

Andar 1,5 km por dia evita perda de massa cerebral.
Risco de problemas de memória reduz pela metade com a atividade.

Um estudo divulgado por pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, revelou um benefício pra quem se exercita com caminhadas, principalmente os mais idosos.

Caminhar, além de fazer bem para o corpo, é bom para a mente. O exercício aeróbico oxigena o cérebro, desenvolve as células e evita a demência.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas norte-americanos reuniram quase 300 pessoas a partir de 1989, todas na faixa dos 78 anos e com boa saúde. Pediram a elas que registrassem a distância caminhada por dia.

Treze anos depois, os cientistas constataram doenças como demência em 116 pessoas, 40% do grupo. Já a outra turma - a dos mais saudáveis - era formada por aqueles que mais andavam. Eles não perderam massa cerebral e reduziram pela metade o risco de ter problemas de memória.

Os saudáveis andaram regularmente pelo menos 72 quarteirões por semana. Isso equivale a, aproximadamente, dez quilômetros. Por dia, são quase 1,5 quilômetro.

"Andar me mantém alerta, mantém meu corpo forte. Eu amo isso. Se não ando, me sinto culpado. Não estou tomando conta de mim", afirma um senhor à reportagem do Jornal Nacional.

Caminhando assim vai lúcido e saudável, bem além dos 73 anos de hoje.

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